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	<title>Fernanda Sodré, Autor em CAA</title>
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	<description>Centro de Assessoria do Assuruá</description>
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		<title>Agricultura familiar pode acabar com a fome no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Sodré]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2016 12:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório divulgado recentemente pelo Banco Mundial aponta que somente aumentando a produtividade agrícola das famílias de baixa renda será possível ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório divulgado recentemente pelo Banco Mundial aponta que somente aumentando a produtividade agrícola das famílias de baixa renda será possível  cumprir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 2 – acabar com a fome, conquistar a segurança alimentar e promover a agricultura sustentável. Atualmente, 70% da população pobre do mundo trabalha no campo.</p>
<p>Outro motivo para apostar na produtividade agrícola – em especial a de cereais – é o fato de ela influenciar diretamente os números da fome e desnutrição.</p>
<p>De 2000 a 2012, quando houve aumento médio anual de 2,6% na produção de cereais nos países de baixa renda, a pobreza e a desnutrição caíram 2,7% ao ano. Já entre 1990 e 1999, quando a produção ficou estagnada nos países mais pobres do mundo, houve pouca melhora nos índices de pobreza e saúde nutricional.</p>
<p>A cada dia, 27 milhões de latino-americanos e caribenhos – 5,5% da população da região – acordam sem ter o que comer, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Entre 1990 e 1992, este percentual estava em 14,7%. Para as Nações Unidas, o bom desempenho econômico e agrícola e as políticas de proteção social, como  programas de alimentação escolar e apoio à agricultura familiar , contribuíram para os progressos na região.</p>
<p>Os avanços da região, porém, não foram iguais. Entre 1990 e 2015,  a desnutrição diminuiu em 75% na América do Sul, enquanto na América Central a redução foi de 38,2%, contra 26,6% entre a população do Caribe no mesmo período. No ano passado, quase 20% dos caribenhos ainda lutavam contra a desnutrição.</p>
<p>Nos últimos 25 anos, a subnutrição caiu quase pela metade em todo planeta, de 19% para 11%. No entanto, ainda há 795 milhões de pessoas desnutridas no mundo, a maior parte delas em países de baixa renda, como os da África Subsaariana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Da CicloVivo*</p>
<p>Da ONU*</p>
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		<title>Números alarmantes do Rio São Francisco preocupam técnicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Sodré]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2016 17:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A situação hídrica do Rio São Francisco é conhecida, embora ainda seja tão negligenciada.  Mesmo com todas as ações...</p>
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<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-230 aligncenter" src="http://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/chesf-sobradinho.jpg" alt="chesf-sobradinho" width="800" height="600" srcset="https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/chesf-sobradinho.jpg 1200w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/chesf-sobradinho-300x225.jpg 300w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/chesf-sobradinho-768x576.jpg 768w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/chesf-sobradinho-1024x768.jpg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>A situação hídrica do Rio São Francisco é conhecida, embora ainda seja tão negligenciada.  Mesmo com todas as ações previstas e as já executadas na tentativa de salvamento do rio, nenhuma atitude real ainda foi tomada de maneira a resolver a problemática.</p>
<p>As autoridades do setor elétrico mineiro (Cemig) adotaram política de gestão nas defluências de Três Marias, com o propósito de auxiliar na manutenção da vida das lagoas marginais do Rio São Francisco, bem como na recuperação volumétrica da represa de Sobradinho. O percentual volumétrico da represa de Sobradinho continua despencando, passando de 23,80% para 22,60% de seu volume útil. A represa, hoje, ainda continua com seu percentual volumétrico um pouco melhor do que aquele verificado em igual período do ano anterior (atualmente 22,60% &#8211; ano anterior 19,60%). O ano de 2016 está confirmado como seco e de enormes preocupações, principalmente no tocante à geração de energia no complexo da Chesf, pois, segundo previsões de especialistas, se mantida essa tendência de afluência e defluência, a represa de Sobradinho chegará a NÍVEL ZERO em 151 dias, ou seja, em final de novembro deste ano de 2016.</p>
<p>No começo deste mês, os números de vazão do Velho Chico chegaram aos números alarmantes de 421 m³/s e 345 m³/s. As vazões afluentes do Sobradinho estão praticamente na metade do volume considerado bom, de 800 m³/s. Isso já é visto como um provável colapso da represa, cujo consumo descontrolado dessa água acarretará na exaustão dos afluentes.</p>
<p>Há uma enorme preocupação por parte dos técnicos de que, caso a situação do São Francisco permaneça nesta penúria hídrica, em Novembro deste ano já estejamos em estado de alarme. Baseados nisso, representantes da ANA, Cemig e CHESF já se mobilizaram na tentativa de soltar mais água de Três Marias e reduzir a vazão de Sobradinho, na tentativa de amenizar os impactos tão catastróficos que estão sendo esperados.</p>
<p>Fonte: http://www.suassuna.net.br/2016/06/situacao-volumetrica-dosreservatorios_30.html</p>
<p>Foto: Reprodução CHESF</p>
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		<title>Banco Mundial aposta na agricultura familiar para erradicar a fome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Sodré]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 10:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura familiar vem demonstrando, gradualmente, sua capacidade de fazer parte da solução de vários desafios globais atuais, desde a perda...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="wp-image-191 size-full alignleft" src="http://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/agriculturafamiliar.jpg" alt="agriculturafamiliar" width="430" height="283" srcset="https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/agriculturafamiliar.jpg 430w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/agriculturafamiliar-300x197.jpg 300w" sizes="(max-width: 430px) 100vw, 430px" /></p>
<p>A agricultura familiar vem demonstrando, gradualmente, sua capacidade de fazer parte da solução de vários desafios globais atuais, desde a perda de biodiversidade e a degradação dos solos até a segurança alimentar e a erradicação da  fome e da pobreza, mas tudo isso se dispuser dos meios adequados sustentáveis para tanto.Produzir e consumir alimentos de forma a resultar produtos saudáveis, que os torne acessíveis, com distribuição mais igualitária e equilibrada, e visando diminuir ao máximo seu desperdício é uma das maneiras mais viáveis de combater a fome.</p>
<p>Diferentemente do que muitos imaginam, ao lado do uso consciente de alimentos em todas as fases de compra e uso dos alimentos em casa, a redução do desperdício começa já nas etapas de plantio, armazenagem, processamento e distribuição de alimentos, que deve ser feita de forma sustentável, considerando as necessidades e possibilidades socioambientais, em prol da comunidade global e do planeta. O Akatu acredita que cada um pode contribuir no combate à fome fazendo escolhas mais conscientes na compra e uso de alimentos, reforçando uma das dez afirmações feitas pelas Nações Unidas: A fome é o maior problema solucionável do mundo.</p>
<p>Relatório divulgado no dia 27 de junho pelo Banco Mundial aponta que somente aumentando a produtividade agrícola das famílias de baixa renda será possível  cumprir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 2 – acabar com a fome, conquistar a segurança alimentar e promover a agricultura sustentável. Atualmente, 70% da população pobre do mundo trabalha no campo. Outro motivo para apostar na produtividade agrícola – em especial a de cereais – é o fato de ela influenciar diretamente os números da fome e desnutrição. De 2000 a 2012, quando houve aumento médio anual de 2,6% na produção de cereais nos países de baixa renda, a pobreza e a desnutrição caíram 2,7% ao ano. Já entre 1990 e 1999, quando a produção ficou estagnada nos países mais pobres do mundo, houve pouca melhora nos índices de pobreza e saúde nutricional. A cada dia, 27 milhões de latino-americanos e caribenhos – 5,5% da população da região – acordam sem ter o que comer, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).</p>
<p>Entre 1990 e 1992, este percentual estava em 14,7%. Para as Nações Unidas, o bom desempenho econômico e agrícola e as políticas de proteção social, como  programas de alimentação escolar e apoio à agricultura familiar , contribuíram para os progressos na região. Os avanços da região, porém, não foram iguais. Entre 1990 e 2015,  a desnutrição diminuiu em 75% na América do Sul, enquanto na América Central a redução foi de 38,2%, contra 26,6% entre a população do Caribe no mesmo período. No ano passado, quase 20% dos caribenhos ainda lutavam contra a desnutrição. Nos últimos 25 anos, a subnutrição caiu quase pela metade em todo planeta, de 19% para 11%. No entanto, ainda há 795 milhões de pessoas desnutridas no mundo, a maior parte delas em países de baixa renda, como os da África Subsaariana.</p>
<p>Fonte: Instituto Akatu</p>
<p>Saiba mais em www.akatu.org.br</p>
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		<title>Governo comemora a marca de 107 mil tecnologias sociais de acesso à água</title>
		<link>https://caabahia.org.br/governo-comemora-a-marca-de-107-mil-tecnologias-sociais-de-acesso-a-agua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Sodré]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 17:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um ano e meio, a secretaria de Justiça Social implementou 25 mil cisternas de consumo e produção “É impressionante...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5><em>Em um ano e meio, a secretaria de Justiça Social implementou 25 mil cisternas de consumo e produção</em></h5>
<div><img decoding="async" class="wp-image-188 aligncenter" src="http://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Jacó-Malhada.jpg" alt="Jacó Malhada" width="800" height="450" srcset="https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Jacó-Malhada.jpg 960w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Jacó-Malhada-300x169.jpg 300w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Jacó-Malhada-768x432.jpg 768w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Jacó-Malhada-800x449.jpg 800w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Jacó-Malhada-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></div>
<div></div>
<div></div>
<div>“É impressionante a autonomia que o acesso à água garante aos pequenos produtores rurais, com melhor qualidade de vida e segurança alimentar“, afirmou o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Geraldo Reis, na abertura do seminário `Tecnologia Social, implementações que vem transformando o semiárido`, realizado no município de Malhada de Pedras, no Território do Sertão Produtivo.</div>
<div>
<p>Na oportunidade, o secretário comemorou a marca de mais de 107 mil cisternas construídas na Bahia, de 2007 para cá. “Em um ano e meio, a nossa secretaria, de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, implementou 25 mil tecnologias de acesso à água de consumo e produção, isso significa dizer que a cada 30 minutos uma cisterna é construída na Bahia, e essa marca muito me orgulha`, afirmou o secretário, que assumiu o compromisso de ampliar a implementação de cisternas no município e região.</p>
<p>O seminário foi realizado pela Associação de Familiares Camponeses da Bahia &#8211; ASFAB, entidade conveniada da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, para implantação de tecnologias sociais de acesso à água, na última quinta-feira (30), no município de Malhada de Pedras, com o tema: “Tecnologia Social, implementações que vem transformando o semiárido”. O evento contou com a participação de  centenas de agricultores, líderes comunitários e políticos da região.</p>
<p>Durante o evento, foram apresentadas tecnologias que têm proporcionado uma melhor qualidade de vida ao pequeno agricultor rural principalmente no que se refere à captação de água, e divulgado, através de vídeos documentários, os trabalhados desenvolvidos pela ASFAB com depoimentos de famílias beneficiadas através dos projetos desenvolvidos em parceria com o governo.</p>
<p>Participaram do encontro os representantes da ASFAB, Evânio Oliveira e Márcio Aguiar; Mário Jacó, representando a ASA; Joselito Cardoso, da Ceforc; Kamila Santos, Coordenadora de água para o Desenvolvimento Rural da Bahia, da SDR; Anhamona de Brito, Superintendente de Direitos Humanos da SJDHDS; Iara Icó, Assessora de Planejamento da SJDHDS; Karelly Moreno, Assessora Especial da SJDHDS; entre outros representantes de entidades parceiras da secretaria de Justiça Social.</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Secretaria de Justiça Social prestigia Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Sodré]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 16:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>*Com informações da Secom O governador Rui Costa defendeu a desoneração do PIS e da Cofins, pagos ao governo federal,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-185 aligncenter" src="http://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/BACIAS-HIDROGRAFICAS.jpg" alt="BACIAS HIDROGRAFICAS" width="700" height="466" srcset="https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/BACIAS-HIDROGRAFICAS.jpg 700w, https://caabahia.org.br/wp-content/uploads/2016/07/BACIAS-HIDROGRAFICAS-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: right;">
<h5 style="text-align: right;">*Com informações da Secom</h5>
<p>O governador Rui Costa defendeu a desoneração do PIS e da Cofins, pagos ao governo federal, sobre o abastecimento de água, o que geraria para a empresa pública de abastecimento do Estado até R$ 250 milhões anuais de economia. A defesa foi feita durante o XVIII Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (Encob), coordenado pelo Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, aberto oficialmente na noite desta segunda (4), com a presença de Rui, e que prossegue até a próxima sexta-feira (8).</p>
<p>“Não faz o menor sentido onerar a distribuição de água para a população rural, no semiárido e de baixa renda. No nosso estado, isso seria uma economia de até 250 milhões por ano, que poderia ser investida na preservação dos mananciais. Se nós tivéssemos esse recurso para financiar a própria manutenção da água na Bahia, seria de grande ajuda”, ressaltou o governador. Ele destacou que os investimentos em abastecimento são altos. “Talvez quem vive no sul e no sudeste não tenha noção de quanta distância é preciso ser vencida para se abastecer todo o Nordeste. Nós temos adutoras de 200 quilômetros na Bahia e isso é muito oneroso”.</p>
<p>Presente ao encontro, o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Geraldo Reis, falou sobre a importância do programa Água para Todos, que será apresentado aos participantes durante o Encob. “Fico muito contente em saber que o modelo participativo do programa estadual Água para Todos, que já chegou à ordem de quase R$ 9 bilhões investidos em água e esgoto, terá destaque em tão importante espaço de debates. Programa como esse só fortalece ainda mais nossos recursos hídricos, transformando a Bahia em um dos estados com maior contribuição nacional para a gestão das águas e proporcionando maior qualidade de vida no semiárido”.</p>
<p>Referência nacional &#8211; Com 14 comitês de bacias hidrográficas e pioneira neste modelo participativo, a Bahia é um dos estados com maior contribuição nacional para a gestão das águas, além de possuir 70% do seu território na região semiárida e o maior número de pessoas no Brasil vivendo da agricultura familiar. Esta experiência é um dos destaques durante o Encob. Também participaram da abertura do evento secretários da Bahia e outros estados, representantes do Ministério do Meio Ambiente, Agência Nacional de Águas (ANA) e entidades ligadas ao setor.</p>
<p>Para o governador do Fórum Mundial da Água, Lupércio Ziroldo Antônio, uma das principais contribuições do estado é a gestão participativa. “A Bahia é pioneira, tem uma lei de recursos hídricos muito forte, tem os comitês implantados e vem nesse processo conosco há 18 anos, evoluindo o sistema de gestão com a participação social. Nós saímos dos escritórios e temos as pessoas participando do processo de gestão. Quem mora nas bacias hidrográficas são as pessoas e são elas que, através das suas entidades organizadas, do poder público, dos usuários, definem as políticas públicas que vão garantir a água, que é vida, desenvolvimento e renda”.</p>
<p>De acordo com o secretário do Meio Ambiente do Estado, Eugênio Spengler, a Bahia tem um papel importante pela própria localização geográfica e pelas características dos vários biomas. “O estado ocupa um lugar estratégico na gestão de águas do País, especialmente para o Rio São Francisco, pois nós somos, junto com Minas Gerais, o estado que mais contribui para o equilíbrio das águas do São Francisco, principalmente no período de menor precipitação de chuvas”.</p>
<p>Spengler destacou o papel preponderante do estado na discussão nacional em relação à administração de políticas de recursos hídricos associadas à escassez. “Estamos vivendo no mundo todo um debate muito forte sobre a escassez de recursos hídricos, mesmo em regiões onde até pouco tempo não se achava que havia problema de disponibilidade hídrica. Todas as experiências de abastecimento na Bahia e em outras regiões do semiárido brasileiro contribuem para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para um maior racionamento e melhor qualidade na gestão de recursos hídricos”.</p>
<p>Comitês de bacias hidrográficas &#8211; Comitês de Bacias Hidrográficas são instâncias colegiadas formadas por representantes dos poderes públicos municipal, estadual e federal, da sociedade civil e dos usuários da água. O objetivo desses comitês é tratar da situação dos mananciais, a melhor forma de geri-los e seus problemas socioambientais, entre outros.</p>
<p>Para o coordenador do fórum, Afonso Albuquerque, este é um momento de grandes mudanças, a partir de muitos debates com os comitês do Brasil. “Estamos trazendo uma atualização de quatro anos no regimento interno do fórum, uma nova perspectiva de atuação. A Bahia é um ensinamento de respeito à água e tem muito a ensinar para a gente no que diz respeito à gestão de recursos hídricos. O fórum nacional está trazendo a experiência brasileira da gestão participativa e da cobrança pelo uso dos recursos hídricos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Também coordenador do fórum, Luiz Carlos Souza destaca que a ideia de se trazer o fórum novamente para a Bahia ocorreu há três ano; a primeira vez foi em Ilhéus “A ideia de trazer o encontro para Salvador foi uma junção de pensamentos e vontades de vários membros do fórum nacional, que congrega ambientalistas e pesquisadores. O estado tem know-how e expertise em gestão de recursos hídricos, e o Encob é um momento em que os membros vão aprender um pouco mais uns com os outros. Este é o considerado o maior evento de água do País”.</p>
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